Terço em Família




Mensagem da Semana
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09/07/2012
"Não desanimeis nunca, embora venham ventos contrários!" Santa Paulina, rogai por nós!




Mensagem da Semana

Oração à Santa Paulina
Ó Santa Paulina, que puseste toda a confiança no Pai e em Jesus e que, inspirada por Maria, decidiste ajudar o povo sofrido, nós te confiamos a Igreja que tanto amas, nossas vidas, nossas famílias, a Vida Consagrada e todo o povo de Deus.
(Pedir a graça desejada)
Santa Paulina, intercede por nós, junto a Jesus, a fim de que tenhamos a coragem de lutar sempre, na conquista de um mundo mais humano, justo e fraterno. Amém.
Pai-Nosso - Ave Maria - Glória
V. Santa Paulina.
R. Rogai por nós!


“Aqueles que têm saúde não precisam de médico, mas sim os doentes. 13Aprendei, pois, o que significa: ‘Quero misericórdia e não sacrifício’. De fato, eu não vim para chamar os justos, mas os pecadores”. Mt 9, 13

10Eis porque eu me comprazo nas fraquezas, nas injúrias, nas necessidades, nas perseguições e nas angústias sofridas por amor a Cristo. Pois, quando eu me sinto fraco, é então que sou forte. 2 Cor 12, 10

4A estes filhos de cabeça dura e coração de pedra, vou-te enviar, e tu lhes dirás: ‘Assim diz o Senhor Deus’. 5Quer te escutem, quer não — pois são um bando de rebeldes — ficarão sabendo que houve entre eles um profeta”. Ez 2, 4

4Jesus lhes dizia: “Um profeta só não é estimado em sua pátria, entre seus parentes e familiares”. 5E ali não pôde fazer milagre algum. Apenas curou alguns doentes, impondo-lhes as mãos. 6E admirou-se com a falta de fé deles. Mc 6, 4- 6

“Minha filha acaba de morrer. Mas vem, impõe tua mão sobre ela e ela viverá”. Mt 9, 18

23Chegando à casa do chefe, Jesus viu os tocadores de flauta e a multidão alvoroçada, 24e disse: “Retirai-vos, porque a menina não morreu, mas está dormindo”. E começaram a caçoar dele. Mt 9, 23 – 24




Caríssimos irmãos,


Que Santa Paulina, a primeira santa brasileira, interceda por nós trazendo-nos renovado empenho nessa caminhada de evangelização e caridade que tem pautado a Pastoral Terço em Família.
Nossa Santa, fundadora da Congregação das Irmãzinhas da Imaculada Conceição, escolheu servir a Deus dedicando-se aos pobres e aos doentes, fundando escolas, hospitais, educandários e lares geriátricos.
Viveu, por obediência, 33 anos afastada de sua Congregação, cuidando de doentes e idosos em Bragança Paulista, até sua morte em 09 de julho de 1942.

Peçamos sua ajuda para que, seguindo seu exemplo, também nós tenhamos nossos olhos e corações voltados ao Senhor e possamos assim, vencer os obstáculos, os adversários e os ventos contrários (como ela dizia), sem “afundar” no mares em que nos deixamos lançar, em nome de Jesus.

Irmãos amados, a liturgia da semana trouxe à tona as dificudades dos profetas, a responsabilidade de falar em nome de alguém e suportar com coragem as consequèncias desse anúncio.
É muito mais que transmitir uma mensagem ou “dar um recado”, o profeta precisa passar convicção no que anuncia e nem sempre fala de um tema agradável aos ouvintes.
Pelo contrário, desperta reações por vezes até violentas, como as descritas na Sagrada Escritura, tanto no Antigo quanto no Novo Testamento.
E vemos que essas histórias se repetem, apenas se revestem com novas roupagens, recebem um novo cenário, mas no fim, a essência permanece.
São muitos os chamados, poucos aceitam o convite. E dos que aceitam, quantos de fato anunciam sem restrições, sem interpor seus próprios filtros, enfim , sem medo da reprercussão?
O pecado do mundo é resumido em uma única palavra: a desobediência.
Com palavras capciosas e ardis muito bem engendrados pela inteligência do inimigo, o joio cresce em nossa mente e coração e muitas vezes nos confunde, a ponto de não distinguirmos claramente o que é trigo e o que é joio.
O trigo nós semeamos mas o joio, esse nasce espontaneamente no meio da plantação, sem que ninguém se ocupe em semeá-lo.
E esse intruso está ali para contaminar o trigo e prejudicar a colheita. De que modo? Fazendo com que tenhamos um olhar diferente, mais tolerante e complacente, encontrando justificativas elaboradas para nossa desobediência. E soam tão bem fundamentadas que nos convencem que é o jeito certo.

Nesse ponto, trazemos a passagem retirada do Livro de Ezequiel, cap 2. Deus envia o profeta mas o previne que terá uma tarefa árdua, pois fora enviado a um “povo de cabeça dura e coração de pedra, um bando de rebeldes”. E nos dias de hoje, a situação é diferente? Podemos até dizer que sim...mas diferente pra pior. Encontramos em casa, na familia e em todo lugar aonde vamos pessoas de cabeça dura e coração de pedra, que não estão nem um pouco interessados em ouvir as verdades anunciadas e vividas por Jesus.
Ezequiel deveria pregar quer fosse escutado, quer não. É isso irmão (a), pregamos sem a certeza que seremos ouvidos ou acolhidos em nossas palavras. Mas não é essa certeza de ser ouvido que deve nos mover e sim o dever de anunciar.
As cabeças duras sempre existirão e não podem nem devem ser impedimentos para o profeta.
Não há espaço para o desânimo.

E a quem dirigir a Palavra? Para responder a essa pergunta lançamos mão do Evangelho de São Mateus, cap 9, 13. Jesus era criticado por se unir a cobradores de impostos, prostitutas, leprosos e ao que se considerava a escória da sociedade. Pois bem, é o proprio Jesus que explica que veio para os doentes e pra os pecadores. Esses são os que precisam Dele, médico dos médicos, médico de corpo e de almas.
E eu gostaria de fazer aqui uma observação. Quando dizemos sim ao chamado do Senhor, não precisamos nos preocupar a quem vamos pregar nem aonde vamos anunciar. É o Senhor quem nos conduz aos “cabeças duras, aos doentes, aos pecadores”.
São esses que precisam de uma palavra de esperança, de um ombro amigo, da possibilidade de voltar a acreditar que sua vida vale muito e pode ser mudada.


O Apóstolo São Paulo nos deixou uma acervo maravilhoso para iluminar nossa caminhada e nos servir de “plano de vôo”. Ele teve uma formação religiosa privilegiada mas o que mais deu força ao seu ministério foi entregar-se por inteiro à ação do Espírito Santo, não temer as tribulações que o açoitavam sem trégua, a ponto de dizer que se comprazia com as injurias e perseguições.
E eram essas dificuldades que alimentavam seu apostolado, o faziam lembrar-se que ele era apenas um mero instrumento, e quanto mais se conscientizava de suas fraquezas, mais havia espaço para Jesus ocupar. E ele pôde dizer que já não era ele quem vivia, mas Cristo que vivia nele. (ver 2 Cor 12, 10)


A seguir, as passagem destacadas para nossa reflexão são do evangelho de Marcos cap 6, 4-6 e Mt cap 9, 16. Encontramos nessas duas narrativas um contraponto da fé. Elas ilustram a ação de Jesus em contextos opostos: na primeira, a falta de fé do povo de Sua terra e a grande fé de um pai que alcançou o milagre de ver sua filha voltar da morte.
Jesus experiemntou a desventura de não poder realizar milagres em sua terra, pois a falta de fé daquele povo obstruiu toda a graça que Deus tinha para eles.
No entanto a declaração de fé daquele pai é comovente e a segurança com que afirmou acreditar que Jesus poderia curar sua filha moveu com certeza a mão Dele.

Em qual das duas situações nos colocamos? Você irmão, membro de uma pastoral que visita as familias para anunciar Jesus, acredita mesmo que Ele pode fazer a diferença naquela casa, que tudo pode ser mudado pela força da oração?
Que mesmo os que a familia consideram casos perdidos, podem voltar dessa “morte” e reencontrar a alegria de viver?
Sente-se incapaz de realizar essa obra? Parabéns!!! Somos incapazes mesmo. É Jesus quem relaiza os prodígios. Façamos como São Paulo, alegremo-nos em nossas fraquezas e abramos todo o espaço possível para Jesus agir com liberdade por nosso intermédio!

Há um trechinho que gostaria de deixar para que cada um faça sua reflexão, que está em Mt 9, 23 – 24. E me refiro mais precisamente ao vers. 24. Enquanto a menina ainda não ltinha se levantadode seu leito as pessoas presentes, com certeza as que estava participando do velório, quando ouviram Jesus falar que a menina apenas dormia, zombaram Ele.
Essas pessoas já deviam ter ouvido falar de Jesus e estavam ali tambem cientes de que o pai da cirança fora ao encontro de Jesus par apedir esse milagre.Caçoaram de Jesus.
Por que você acha que não vão caçoar de você também? Não se intimide quando tiver que dizer não a um convite para poder estar na missa; quando trocar um farto jantar porque precisa jejuar em favor de uma boa causa; quando preferir um momento de adoração em lugar de assistir a um reality show na tv. Se zombarem de você, alegre-se!


Apesar de nos parecer algumas vezes que estamos caminhando em um campo minado em que todo cuidado é pouco, ainda assim ainda existem abnegados e apaixonados que dizem sim ao chamado de Deus.
Participamos nesse domingo da missa de ordenação diaconal do então Seminarista Francisco. Em um cerimônica simples, mas rica do ponto de vista da liturgia, acompanhamos com carinho essa ordenação presidida por Dom Osvino.
Essas ocasiões reforçam nossa certeza de que esse é o caminho que queremos seguir, que é essa a nossa religião e que é nela que desejamos permanecer.
Que o Diácono Francisco seja sempre assistido por Santa Paulina e por São Bento,e nesses seis meses que antecedem sua ordenação presbiteral, possa contar com nossas orações e estímulo.


Caríssimos, nessa segunda-feira estaremos na casa de Iaci irmã da Ianilce prestando uma homenagem a essa familia querida cuja matriarca, D. Benedita,falecida recentemente, completaria noventa anos. Ela que esteve conosco em tantos momentos alegres e festivos e queria que estivessemos em seus noventa anos. Estaremos cumprindo sua vontade!


Mas para que tudo corra conforme a vontade de Deus é necessário que se preparem convenientemente e que:

REZEM REZEM REZEM INTERCEDAM INTERCEDAM INTERCEDAM

Bjus no coração

JACYRA





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